World RPG Fest 2012, uma visão geral do Norte do Brasil sobre o evento do Sul
Tive a possibilidade de mais uma vez ir ao WRF, em Curitiba. Morar no Pará, as Terras Quentes do Norte, torna isto um pouco mais épico. O camarada Daniel Coimbra, de Macapá, terras ainda mais ao Norte, e mais quentes, também seguiu novamente nesta jornada.
Em 2011 como o evento foi em maio, com a presença de Steve Jackson, criador de Gurps e de Chris Pramas, criador do Dragon Age RPG e proprietário da editora Green Ronin, o clima ainda era bastante tranquilo, mas agora em 2012 descemos em pleno inverno. Frio, muito frio.
Como me oportunizei nesta viagem pelos frutos de meus trabalhos, e eles ainda estavam em andamento, como ainda estão, a impressão foi de pouco aproveitamento do evento. Era como se houvesse pouca coisa para ver, fazer. O espaço era grande, mas um pouco menor que o do ano passado e tive a impressão que este ano teve muito mais gente do que o ano passado, talvez por conta das férias de julho ou pelo sucesso do evento do ano passado ou pela presença de Monte Cook e a 5ª edição do D&D (a qual ele não pode falar nada juridicamente) ou talvez por tudo isto junto. E isto ocasionou em falta de mesas e cadeiras.
Por outro lado, reencontrar as pessoas do ano passado foi a melhor parte. Thiago da Celikan Jogos, Guilherme da RetroPunk, Eraldo da organização geral do evento e Douglas Reis, Jaime Daniel, Maria do Carmo e Raíssa da Devir. Levei bombons de doce de cupuaçu para todos, uma fruta típica do Norte quente.
Também peguei o autógrafo do Fabiano Neme em uma aventura gratuita para Old Dragon. Lembrei que o colega André Mousinho daqui do grupo RPG Pará gosta muito deste sistema e trouxe uma autografada para ele também, e o autor, Fabiano Neme, lembrou dele e sua colaboração com o Old Dragon.
Tive a oportunidade de elogiar o Eduardo Caetano por seu Violentina. Como não sabia que ele iria ao avento, não levei meu exemplar para autógrafo. E nem pude autografar o Abismo Infinito e nem Histórias de Sobrevivência (que são vários autores) com o John Bogéa, que era muita gente conversando, parabenizando, trocando ideia. Mas verei isto em Belém mesmo.
E como ficamos hospedados na casa do bom amigo ‘Fino’, tivemos ótimas conversas com seu grupo de jogadores, além de várias partidas com os ótimos jogos de tabuleiro do Daniel. Os dias só acabavam 1h30 ou 2h da manhã e seguíamos o dia seguinte meio atordoados pela parte da manhã. Ainda consegui mestrar uma partida de teste de meu sistema simples de fantasia medieval e consegui algumas valiosas sugestões e observações.
Também foi gratificante rever colegas pesquisadores do RPG, o Matheus Vieira e o Wagner Schmit.
No evento falei com Monte Cook e lhe dei um presente típico do Norte, um artesanato, assim como fiz com Steve Jackson e Chris Pramas. Como sua palestra, assim como a do conterrâneo John Bogéa, já estão bastante divulgadas na rede de blogs de RPG não escreverei sobre elas, e nem tenho tempo atualmente. Meu autógrafo em meu D&D 3.0 foi personalizado, assim como meu Gurps ano passado com Steve Jackson. Êba! Super metido!
Foi bacana mestrar no evento minha aventura de Star Wars – Guerras Clônicas, sistema 3:16. Alguns dos jovens jogadores nunca nem tinham ouvido falar do 3:16, o que reforça mais ainda minha postagem para breve, sobre jogadores conectados que são/estão desconectados. Pena que não tirei nenhuma foto, estava tentando matar os soldados clones da Companhia Sucata, uma unidade secreta para missões especiais.
Seguem algumas fotos.
Gilson

































































Valeu, Huan!
Gilson
Olha, que bacana a sua ida ao WRF xD